
e a vida me testa
em cada esquina
e me entrega flores
e me lança os espinhos,
se pego uma estrada
o caminho é longo
se pego um atalho
me perco nas curvas,
não há luz
que me ilumine bastante
nem trevas que leve para sempre,
se pulo do abismo
posso perder as asas
se fico
posso sufocar até a morte,
e as escolhas
se tornam perigosas
e a vida dança
no fio da navalha,
não há medo
que me pare no caminho
nem coragem
que me faça ultrapassar a barreira
do provável e previsível,
sou dualidade,
mas sou eu mesma...
Rô
Senhora poesia! Parabéns, Rô!
ResponderExcluirA vida e suas artimanhas, sempre nos lançando a situações diferentes e ao mesmo tempo nos deparando com o ontem novamente, bom dia querida, senti saudades, beijos
ResponderExcluirOi Rô,
ResponderExcluirAmei o poema. Fugiu bastante do que vc costuma postar aqui.
Bjs
Bom dia Rô
ResponderExcluirA vida é um grande aprendizado, e todos os dias aprendemos com ela.
bjokas com carinho =)
Bom dia Rô
ResponderExcluirUma profunda poesia. Gostei muito!
A vida nos traz grande desafios que temos que enfrentar, como tempestades, brisas suaves e calmaria. Nos faz prensar e repensar para o caminho retomar..
Uma linda semana para você, coberta de muita paz e amor!
Abraço Fraterno
Maria Alice
Rô,que coisa linda essa poesia! E a vida tem mesmo essas dualidades, temos que lidar com elas como der!...rss...bjs,
ResponderExcluirOlá amiga querida. Passando para lhe deixar o meu carinho. Beijos.
ResponderExcluirLindo...
ResponderExcluirA vida é mesmo assim.
Desejo-lhe uma bela e abençoada semana.
Beijos.